Com a morte de JFK, assume o seu principal oponente, o vice-presidente Richard Nixon. Ivanildo Paulista se preparara para deixar os EUA, pois Nixon não simpatizara com ele, por causa da sua estreita amizade com Fidel e com Kennedy. O irmão de JFK, Robert (Bob) Kennedy estava na Casa Branca quando Paulista intuitivamente tentara impedir o assassinato de JFK convidando-o para uma kibada. Por este esforço, Bob conseguiu, não se sabe como um posto para Ivanildo na Casa Branca. A guerra do Vietnã havia começado e foi aí que Richard Nixon teve que "engolir" Ivanildo Paulista e seus kibes. Sabe-se na surdina que o governo americano, além de munição e armamento, mandava certa quantidade de marijuana para os soldados americanos. Paulista estava encarregado de enviar kibes para alimentar os jovens mariners dos EUA, com isso ganhou uma patente militar que lhe conferia estar junto ao teatro de operações da guerra (como mostra a foto). Foi Ivanildo Paulista quem criou o recheio do kibe com a erva da "viagem" para assim fazer a cabeça da tropa americana no Camboja. Eram os conhecidos "kibejuanas".terça-feira, 29 de maio de 2007
Vietnã e os "Kibejuanas"
Com a morte de JFK, assume o seu principal oponente, o vice-presidente Richard Nixon. Ivanildo Paulista se preparara para deixar os EUA, pois Nixon não simpatizara com ele, por causa da sua estreita amizade com Fidel e com Kennedy. O irmão de JFK, Robert (Bob) Kennedy estava na Casa Branca quando Paulista intuitivamente tentara impedir o assassinato de JFK convidando-o para uma kibada. Por este esforço, Bob conseguiu, não se sabe como um posto para Ivanildo na Casa Branca. A guerra do Vietnã havia começado e foi aí que Richard Nixon teve que "engolir" Ivanildo Paulista e seus kibes. Sabe-se na surdina que o governo americano, além de munição e armamento, mandava certa quantidade de marijuana para os soldados americanos. Paulista estava encarregado de enviar kibes para alimentar os jovens mariners dos EUA, com isso ganhou uma patente militar que lhe conferia estar junto ao teatro de operações da guerra (como mostra a foto). Foi Ivanildo Paulista quem criou o recheio do kibe com a erva da "viagem" para assim fazer a cabeça da tropa americana no Camboja. Eram os conhecidos "kibejuanas".terça-feira, 22 de maio de 2007
1962 - Crise dos Mísseis em Cuba
Os EUA detectaram que a ilha de Cuba estava com mísseis nucleares soviéticos apontados para a capital a várias cidades americanas. O presidente Kennedy precisava agir com cautela. Era a maior crise de guerra fria. Os EUA temiam pelo pior apesar de Khrushchov anunciar seus fins pacíficos. Amigo de Ivanildo, Fidel Castro telegrafa para Zé da Penha pedindo ajuda. Paulista parte num avião da FAB direto para Washington DC para falar com JFK pessoalmente. Lá, abalado e nervoso o presidente americano toma a decisão mais drástica. Se Cuba lançassem os mísseis, os EUA também fariam o mesmo. Graças a intervenção de Ivanildo levando para JFK uma bacia de kibes, tudo foi acalmado como mostra a foto. Para acabar uma guerra fria, só mesmo kibes quentes. Alguns históriadores garantem que se JFK tivesse aceitado o convite de Ivanildo pra uma kibada na Casa Branca no dia 22 de Novembro de 1963 não teria sido assassinado em Dallas.O Fundador de Zé da Penha - 1958
Hoje, Zé da Penha no Rio Grande do Norte tem 96,2 Km ² e mais de 5.000 habitantes. É uma cidade. Mas quando Ivanildo Paulista chegou lá era apenas um sítio. A cidade precisava ser fundada. O clima semi árido ajudava inclusive na fritura dos kibes, caso faltasse fogo. Na foto vemos a grande recepção que o povo potiguar fez para Ivanildo Paulista, agora na condição de herói nacional antes dele partir para fundar sua cidade. A partir de agora esse blog vai pontuar a presença do rei do kibe nos principais acontecimentos da vida cotidiana do Brasil e do Mundosexta-feira, 18 de maio de 2007
A Copa de 50 e a tragédia do Kibe
Depois dos 7 X 1 contra a Suécia e 6 x 1 contra a Espanha, o Brasil estava praticamente com a taça na mão. O jogo contra o Uruguai no dia 16 de Julho iria ser moleza, como imaginava Ivanildo Paulista. Já crente de uma vitória brasileira, ele prepara uns kibes para o lanche durante a partida onde iria fotografar para o jornal português Diário do Minho. O gol de Friaça aos 2 min do primeiro tempo agitou as quase 200 mil pessoas que lotavam o Maracanã. O empate porém, levou a expectativa do publico para baixo. Ivanildo Paulista se mantinha certo da vitória. Tanto é que queria ficar atrás da trave inimiga para fotografar o gol da seleção canarinha, mas o árbitro inglês George Reader não deixara. Aos 35 minutos do 2º tempo, Ivanildo resolve fazer o seu lanche e abre uma pequena vasilha com 5 kibes que havia fritado. Nesse momento ele não percebe a chegada de Ghiggia, jogador Uruguaio. Ao abrir a embalagem, Paulista deixa escapar um aroma delicioso de kibes no ar, justamente atrás do gol de Barbosa. Foi aí que aconteceu a tragédia. Fascinado por kibes, Barbosa olha para trás para ver de onde saía aquele maravilhoso cheiro, resultado: Ghiggia faz o gol de desempate e consagra o Uruguai campeão, calando o estádio inteiro. Paulista ainda consegue o flagra de Barbosa. Foi o kibe da derrota!

quinta-feira, 17 de maio de 2007
1950 - A volta ao Brasil
Em 1950, Ivanildo Paulista é contratado pelo jornal portugues Diário do Minho e ganha um grande presente: Iria cobrir a Copa do Mundo de futebol no Brasil. Malas prontas, kibes na vasilha e parte ele para terras tropicais com sua máquina fotográfica na mão. O enorme estádio do Maracanã quase inacabado recebe multidões a cada jogo. Paulista se integra às equipes de fotógrafos de quase todo o mundo (foto ao lado). Com o pós guerra, muitos países não tinham condições de enviar suas equipes. Restaram apenas 13 países participantes da 2ª Copa do Mundo da América do Sul. Em 24 e 28 de Junho Paulista vê e fotografa os 4 a zero da vitória do Brasil sobre o México e o empate com a Suíça em 2 x 2. Uma euforia toma conta do país e claro, de Ivanildo Paulista de volta. Não era Zé da Penha, mas era o Rio de Janeiro.1949 - Uma câmera na mão e um kibe pra fritar
Paulista jogou no Sporting Clube de Portugal até meados de 1949. Foi inclusive artilheiro ganhando do presidente do clube uma máquina fotográfica de presente (foto menor). Com ela, se desencanta pelo futebol e se transforma num fotógrafo de primeira linhagem. Esta foto do Largo do Martin Moniz em Lisboa prova isso. Ainda em construção, no Largo percebe-se bem ao centro um pequeno quisque. Era o primeiro Quiosque do Kibe da capital portuguesa. Lá entre conversas e bebidas Ivanildo Paulista falava da sua terra natal, Zé da Penha no Rio Grande do Norte. Um quase "banzo" o envolvia e via-se nele uma saudade imensa do Brasil. terça-feira, 15 de maio de 2007
1947 - Futebol em Portugal
As decepções que Ivanildo Paulista tivera no Vaticano o levaram a Portugual.Lá, entre vender kibes e contar suas peripécias na 2ª Guerra, Ivanildo joga futebol em campinhos de várzea. Numa dessas é observado pelo então presidente do Sporting Clube Dr. Luís Antônio dos Santos Ferro que vendo suas habilidades com a bola o convoca pra jogar no seu time. Quando José Alvalade pronunciou a frase: "Anseio fazer do Sporting um clube tão grande como os maiores da Europa" , falava muito sério. De fato, em 1947, o Sporting Clube de Portugal já se destacava entre um dos mais atuantes times da europa pós guerra. Orgulhoso, Paulista se encaixa perfeitamente como vemos acima (clique na foto para amplia-la) quando o Sporting se preparava para enfrentar mais uma equipe no Estádio do Lumiar. Nessa partida, contra o Setúbal, Paulista fez 2 gols. Um de pênalti muito controverso. Ao preparar a bola para bater o pênalti, Ivanildo, estratégicamente deixa cair um kibe e ao invés de chutar a bola, chuta primeiro o kibe do lado esquerdo. O guarda-redes (goleiro) cai em busca de evitar o gol. Fácilmente, Paulista coloca a bola no lado oposto e assim o Sporting Clube vence por um kibe, ora pois!
Assinar:
Postagens (Atom)

